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ECONOMIA

Preço da cesta básica aumenta em 15 de 17 capitais pesquisadas pelo Dieese em março

O custo da cesta básica teve aumento em 15 das 17 capitais pesquisadas em março, segundo dados parciais divulgados pelo Dieese.

O levantamento de preços foi feito do dia primeiro até o dia 18 desse mês. Depois disso, foi suspenso por causa da pandemia de coronavírus.

Campo Grande foi a cidade que apresentou maior alta da cesta básica, 6,54%, seguido do Rio de Janeiro, com 5,56%. Já as menores quedas foram registradas em Belém, 3,27% menor e São Paulo com uma leve redução de 0,24%.

A capital com o grupo de produtos básicos mais caro foi o Rio de Janeiro (R$ 533,65), seguida de São Paulo (R$ 518,50). Na capital mais barata, Aracaju, o valor médio desses produtos chega a (R$ 390,20).

Tomate, banana, açúcar, óleo, leite integral e batata tiveram o maior aumento.

Para se ter uma ideia, em Campo Grande, o tomate ficou 58% mais caro.

A justificativa é a de que a desaceleração da colheita registrou essa elevação de preço no varejo.

Já a carne de boi ficou mais barata em 10 capitais. Em Recife foi onde caiu mais: 2,95%. As altas mais significativas ocorreram em Florianópolis (7,80%) e Curitiba (2,67%).

É com base na cesta mais cara, que o Dieese estima o valor do salário-mínimo necessário.

Em março, a estimativa é de que ele deveria ser de R$4.483,20. Mais de quatro vezes o mínimo atual, que é de R$1.045.

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