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Burkina Faso comemora a primeira medalha olímpica de sua história

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Hugues Fabrice Zango garantiu o bronze no salto triplo

Os dois primeiros saltos decepcionantes de Hugues Fabrice Zango, de Burkina Faso, na final do salto triplo na Olimpíada de Tóquio (Japão) deixaram sua família, que assistia ao evento ao vivo de sua casa em Uagadugu, estressada e com medo de que ele pudesse perder uma medalha, a primeira de seu país em uma edição dos Jogos.

Torcendo para ele do sofá, o pai, o irmão e as irmãs de Zango explodiram de alegria quando o atleta saltou 17,47 metros (m) em sua terceira tentativa, levando-o brevemente ao segundo lugar, atrás do português Pedro Pichardo.

Zango terminou em terceiro, atrás de Pichardo e do chinês Zhu Yaming, que ficou com a medalha de prata.

“Estávamos realmente com muito medo. Depois das duas primeiras tentativas, estávamos muito estressados, realmente não sabíamos como as coisas aconteceriam”, disse o irmão de Zango, Alex Cedric.

Zango conquistou a medalha de bronze, a primeira do país da África Ocidental desde que começou a participar das Olimpíadas em 1972, no Dia da Independência de Burkina Faso.

“É uma alegria imensa, porque tivemos calafrios e, no final, a vitória. É realmente uma alegria imensa para nós, pais, mas também para o povo de Burkina Faso. Estamos muito orgulhosos”, declarou o pai de Zango, Jacques, abraçando a esposa, que estava tão nervosa que optou por não assistir ao evento.

O presidente de Burkina Faso, Roch Marc Kabore, foi um dos primeiros a parabenizar Zango.

“Acabo de acompanhar o desempenho magnífico de nosso grande campeão do início ao fim”, escreveu Kabore no Twitter. “Obrigado Hugues por esta medalha de bronze. Estamos todos orgulhosos de você”, afirmou

Zango disse que esperava fazer melhor do que o bronze, mas que estava orgulhoso de ganhar a primeira medalha olímpica de seu país.

“Burkina Faso está muito feliz. Todos estão felizes. Acho que eles vão dar uma grande festa quando eu voltar”, declarou.

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