Isolamento deixou pessoas com deficiência mais suscetíveis à violência doméstica, diz psicóloga

O número de atendimentos na delegacia da polícia da Pessoa com Deficiência, em São Paulo, aumentou nos últimos meses. Em janeiro foram 136 atendimentos;  em abril, início da pandemia,  o número caiu  para 30,  mas a partir de maio, voltou a ficar acima de 100 e em junho subiu para 134.


Para Daniela Faria, psicóloga do Instituto Jô Clemente, antiga Apae e que faz a gestão do Centro de Apoio Técnico da Delegacia, o aumento reflete o período de isolamento social, em que as pessoas com deficiência ficam mais suscetíveis à violência doméstica.

Daniela  explicou  também que a violência não é só a que deixa marcas físicas, e que todos os tipos de violência são apurados na delegacia.

As principais formas de denunciar a violência contra as pessoas com deficiência são:  o Disque 100, o Disque Direitos Humanos e o Disque 180 para Violência Doméstica, na Delegacia Eletrônica www.delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br ou presencialmente na delegacia de polícia da Pessoa com Deficiência, no centro de São Paulo, das 9h às 18h,  na Rua Brigadeiro Tobias, 527.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *