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PC-AM deflagra Operação Universo Imaginário com intuito de fiscalizar pirataria de produtos infantis

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Diligências ocorreram em um shopping e em estabelecimentos comerciais, onde foram encontrados cerca de 481 produtos falsificados

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Crimes Contra o Consumidor (Decon), em conjunto com a Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-AM) e o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem-AM), deflagraram, ao longo de quarta-feira (27/04), a Operação Universo Imaginário, com objetivo de apurar a pirataria de produtos infantis e defender os direitos autorais dos personagens de uma empresa internacional deste segmento.

De acordo com o delegado Eduardo Paixão, titular da unidade especializada, a ação policial foi realizada em um shopping situado na avenida Djalma Batista, bairro Chapada, zona centro, e em estabelecimentos comerciais localizados no bairro Parque 10 de Novembro, zona centro-sul. As diligências tiveram como intuito averiguar o crime de pirataria, após receber representação criminal do representante da empresa, sediada em São Paulo.

“Os consumidores e comércios que vendem os produtos originais denunciaram para as marcas oficiais, e estas denunciaram às polícias estaduais e órgãos de defesa do consumidor”, disse o delegado.

Paixão relatou também que as equipes flagraram duas lojas com dezenas de produtos piratas à venda, sem registro e sem autorização para comercialização dos personagens infantis, oferecendo verdadeiro risco à integridade dos consumidores, com produtos que simulavam o original.

“Flagramos cerca de 481 produtos falsificados, entre eles camisetas, moletons, bolsas, chaveiro, broche, cadernos, bonecos e coletes, ostentando as marcas internacionais. Autuamos o estabelecimento e apreendemos os produtos falsificados, para periciar e posteriormente descartar”, afirmou o titular.

Orientação

A autoridade policial orienta os consumidores e os comerciantes vizinhos a denunciar oficialmente no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) das marcas oficiais, sempre que identificarem a venda de produtos piratas em lojas, bem como a não adquirir mercadorias falsificadas.

“Além de afetar o comércio legal, a pirataria contribui para a redução da arrecadação de impostos, redução da criação de empregos, incentivo ao crime organizado e a baixa qualidade de produtos, podendo acarretar acidentes, intoxicações e outros problemas aos consumidores”, informou Paixão.

Procedimentos

Os proprietários das lojas responderão por fraude no comércio, crime contra relação de consumo, crime de sonegação fiscal, crime contra consumidor e crime contra o registro de marca.

As mercadorias apreendidas serão periciadas e descartadas no aterro sanitário.

FOTO: Divulgação/PC-AM

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