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Senado aprova PEC do Orçamento de Guerra; texto agora volta para Câmara

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Matéria não foi consenso entre os senadores: 63 votaram a favor e 15 contra

Os senadores aprovaram nesta sexta-feira, em segundo turno, a chamada PEC do Orçamento de Guerra. A proposta de emenda à constituição cria um orçamento exclusivo, para que o governo invista nas ações de combate ao novo coronavírus. A matéria também dá mais poderes ao Banco Central para que atue no mercado financeiro.

Na prática, a PEC do orçamento de guerra simplifica contratações de pessoal temporário e serviços. Além de  permitir, durante o período de calamidade pública, aprovado até 31 de dezembro, que a União descumpra a chamada “regra de ouro”. Ou seja, para pagar despesas de salários, por exemplo, durante a pandemia, o governo pode se endividar sem ser acusado de crime de responsabilidade.

A PEC do Orçamento de Guerra autoriza o Banco Central a comprar e vender títulos do Tesouro Nacional em mercados secundários, e a negociar títulos privados desse mercado, além de comprar dívidas das empresas.

Pela proposta, o Banco Central deverá dar preferência à compra de títulos emitidos por micro, pequenas e médias empresas. Os benefícios de crédito tributário ficam condicionados ao compromisso das empresas em não demitir empregados.

O Banco Central deve publicar diariamente as operações realizadas e prestar contas ao Congresso Nacional a cada 30 dias. Como o texto veio da Câmara, ele volta para uma nova análise dos deputados. Se aprovado, vai para sanção presidencial.

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