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Justiça nega prisão preventiva ao casal que atirou em advogado e bateu em babá em condomínio

O promotor de justiça Luiz do Rego Lobão Filho justificou o pedido de prisão dos réus por terem supostamente descumprido medidas cautelares

O juiz Moraes Antony, titular da 3.ª Vara do Tribunal do Júri, negou o pedido do Ministério Público do Estado do Amazonas de prisão preventiva para o policial civil Raimundo Nonato Monteiro Machado e sua mulher Jussana de Oliveira Machado.

O promotor de justiça Luiz do Rego Lobão Filho justificou o pedido de prisão dos réus por terem supostamente descumprido medidas cautelares.  Lobão preferiu não comentar o caso. “Eu só posso me manifestar nos autos”, disse.

Conforme consta nos autos, de acordo com o promotor Lobão, o réu Raimundo Nonato ficou fora de casa mais tempo que o permitido pela Justiça e, em certos dias, sequer chegou a pedir autorização para sair de sua residência, por isso a necessidade de recolhê-lo.

Conforme o Despacho no processo, “diante do estado dos autos, sobretudo da iminência da finalização da instrução criminal, uma vez que a próxima audiência já está pautada para o dia 11/03/2024, postergo a análise da representação para após o término da instrução”, disse Antony.

No dia 11 de março, o juiz pretende ouvir as três testemunhas restantes, bem como interrogar os réus.

Raimundo Nonato Machado e a mulher dele, Jussana Machado, são envolvidos em uma briga que deixou uma babá ferida e um advogado baleado em Manaus. O crime ocorreu em agosto do ano passado, em um condomínio na Zona Oeste da capital.

(Foto: Reprodução)

Fonte: acritica

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